Antigamente as mulheres consideradas vulgares eram as dos Chinatowns consideradas sujas e que poderiam passar doenças venéreas para seus acompanhantes.
Olhe um relato de uma carta de Paris falando sobre o Séc.XIX:
''Encontra-se em Paris, fazendo um sucesso delirante, uma mulata norte-americana que se exibe num desses cabarés completamente nua, apenas com uma tanga de bananas!É o fim do mundo.''
Uma opinião:
''Mas há limites para tudo.Se as mulheres soubessem o que estão perdendo aos olhos dos homens por se despirem em público ou se masculinizarem.''
''Um homem pode frequentar um bordel e apesar disso continuar a ser um exemplar chefe de família, como ele, pois 'uma coisa nada tem a ver com a outra, o que os olhos não vêem, o coração não sente.'Afinal de contas um homem precisa de uma outra mulher.''E haviam outras chinas que atendiam os homens (No Brasil), em suas casas, onde moravam com suas famílias, essas sim eram consideradas limpas.
Depois de um tempo, em 1930 no RJ , começaram a surgir as mulheres que não eram putas, mas se pintavam, usavam roupas ousadas com decotes e outras roupas curtas, pintavam as unhas (principalmente de vermelho, assim como todas as outras partes de sua maquiagem), fumavam, falavam palavrões, masculinizadamente com as pernas cruzadas.
Aos olhos dos homens, isso era atraente e aos das mulheres uma pouca vergonha, completamente vulgar, afinal haviam até professoras, e pessoas hospedadas em entidades religiosas e escolas com esse perfil.
Hoje as mulheres são admiradas, qualificadas e possuem direitos iguais perante os homens.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário